Café! Não é apenas uma bebida apreciada, é responsável pela fonte de renda dos pequenos produtores e da economia.
Vokan

Autor: Vokan

Café! Não é apenas uma bebida apreciada, é responsável pela fonte de renda dos pequenos produtores e da economia.

O Brasil hoje é mundialmente considerado o maior produtor e exportador de café, respondendo por um terço da produção, e é também o segundo maior consumidor da bebida no planeta, sendo que, em média, cada brasileiro consome cerca de duas xícaras de café por dia.

A cafeicultura brasileira é uma das mais exigentes do mundo, a qual gera uma grande preocupação em garantir uma produção de qualidade e com a máxima em sustentabilidade, tendo como base o respeito às legislações ambientais e trabalhistas, que são fatores primordiais para o segmento.

O Estado de Minas Gerais é considerado hoje o maior produtor de café do Brasil, responsável por 50% da produção, e também o maior produtor de cafés especiais do país. E a maior parte dessa produção está localizada na região do Sul de Minas.

A produção cafeeira brasileira fechou o ano de 2022 com uma produtividade de 50,92 milhões de sacas de café beneficiado, onde gerou uma receita de R$ 62,9 bilhões, 6,71% acima do ano de 2021.

Fonte EMPRAPA, 14/6/22.

O Brasil conta hoje com mais de 330 mil cafeicultores e, destes, 78% são agricultores familiares, pequenos e médios produtores agrícolas que têm como principal fonte de renda a produção agropecuária.

Nos últimos anos, os fatores climáticos trouxeram grande preocupação para os agricultores. A elevação das temperaturas afetou bastante o clima mundial, causando alterações nos padrões climáticos, o que, assim, provocou adversidades mais extremas, como, por exemplo, o clima frio está mais rigoroso, as geadas cada vez mais congelantes, o calor mais elevado, os ventos mais fortes e também frios, as secas mais duradouras, as chuvas mais intensas e torrenciais e as chuvas de granizo maiores e destruidoras. E, de acordo com o IPCC, índice criado pela ONU, a tendência é que a cada ano o clima mundial fique mais descontrolado, caso não haja uma redução de gases na atmosfera.

Todas essas alterações nos padrões climáticos contribuíram, para além da destruição das lavouras, com o surgimento de novas pragas e doenças, frustrando grande parte das colheitas.

Diante desse cenário, os produtores procuram mais por uma segurança que amenize e resolva parte dos seus prejuízos, segurança essa que se dá por meio do seguro agropecuário.

Em 2018, as seguradoras pagaram um total de R$ 1,95 bilhões de reais em indenizações agropecuárias e, quatro anos depois, já em 2022, esses números passaram para R$ 10,3 bilhões de reais. Um crescimento de 78,6%.

Fonte: revista Apólice 13/3/2023.

Isso prova que, a cada ano, o produtor está ficando cada vez mais consciente da necessidade de fazer o seguro, pois é o único “remédio” ao qual ele poderá recorrer para amenizar o seu prejuízo.